sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Clones tecnológicos (biotecnologicos), a salvação da lavoura do cacau

Viajando para a ensolarada e paradisíaca região do sul da Bahia, com as suas praias maravilhosas e seu povo bastante alegre e receptivo, vamos encontrar a principal área produtora de cacau, que avança pelo continente adentro, com mais de 2 milhões de habitantes distribuídos em mais de 100 municípios, e que possui, sem dúvida, um dos mais belos trechos do litoral do Brasil.
A partir do surgimento da vassoura-de-bruxa, detectada no município de Uruçuca-BA, em maio de 1989, somada às condições adversas, a produção de cacau, decorridos quase dez anos, gera pouco mais de 5% da arrecadação do estado.

Veja texto completo em: http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio03/3hp_7.pdf

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Muito mesmo...

Muito mesmo... 
...ao ponto de trabalhar aos domingos e chegar na 2ª feira sorridente e feliz da vida!!

BIOMATERIAIS PARA FIXAÇÃO DE PROTEÍNAS

Olha a Biotecnologia em ação aí genteeeee...



Herman S. Mansur - mestre e doutor em físico-química
Rodrigo L. Oréfice - mestre e doutor em engenharia de materiais
Wander L. Vasconcelos - mestre e doutor em engenharia de materiais
Rúbia F. Silva – mestre e doutora em engenharia de materiais
Universidade Federal de Minas Gerais – Escola de Engenharia –
Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais
hmansur@demet.ufmg.br
Zélia P. Lobato – mestre em virologia e doutora em biologia molecular
Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Veterinária -
Departamento de Medicina Veterinária Preventiva
Resumo

Realizou-se um estudo para desenvolvimento de um processo de fabricação de vidro poroso de sílica via solgel para fixação de proteínas. Utilizou-se tetrametilortossilicato (TMOS) como precursor em meio de etanólico e um tampão fosfato salino PBS, mantendo o pH=7,40 ± 0,05. O processo de polimerização foi monitorado por meio de análise FTIR, sendo observado um período superior a 10 dias para obtenção de uma polimerização completa à temperatura ambiente. As análises dos substratos de vidros porosos incluíram
medidas de porosidade e área superficial (B.E.T). Em seguida foram realizados testes preliminares para avaliação da eficiência de fixação da proteína albumina nos substratos de vidro poroso.

Palavras Chaves: Biomateriais, Proteínas, Sol-gel.

Artigo completo em: http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio09/fixacao.pdf

domingo, 16 de fevereiro de 2014

DADOS ORGÂNICOS: UM JOGO DIDÁTICO NO ENSINO DE QUÍMICA

10 Dados Coloridos para Jogos
H. Y. S. Souza¹ e C. K. O Silva¹ 
¹Secretária de Estado da Educação e da Cultura do RN, SEEC RN, Brasil

Nas últimas décadas, os jogos didáticos vêm ganhando espaço nas salas de aula, onde professores utilizam essa ferramenta com a meta de complementar seus recursos educativos e tornar a aula mais dinâmica e interativa, não apenas como uma forma de transmissão de conhecimento, mas também como compartilhamento deste. Portanto, este artigo tem como objetivos propor um jogo didático para o Ensino de Química na temática nomenclatura das funções orgânicas, assim como relatar a experiência de aplicação desse subsídio nas escolas do Ensino Médio em Natal, Rio Grande do Norte. Após a aplicação do jogo durante as aulas, foram observados aspectos como motivação e interesse dos alunos em descobrir a nomenclatura dos compostos formados. Logo, tem-se que essa proposta teve seus objetivos atingidos, concluindo-se que o jogo pode ser uma excelente alternativa auxiliar/complementar no Ensino de Química. 

Fonte: http://www.cefet-rn.br/ojs/index.php/HOLOS/article/view/737/559

sábado, 15 de fevereiro de 2014

BIOTECNOLOGIA E BIOSSEGURANÇA NA PRODUÇÃO DE VACINAS E KITS DIAGNÓSTICO


Empresas voltadas para a produção de imunobiológicos (vacinas, anticorpos monoclonais e imunodiagnóstico) precisam estabelecer uma ampla gama de medidas de biossegurança, capazes de garantir a segurança de seus funcionários, do público (objetivo final) e do próprio produto nas suas várias etapas. 
Os laboratórios de pesquisa devem estar habilitados ao manuseio de patógenos. Podemos destacar os cuidados com o armazenamento/conservação, bem como as condições de crescimento/cultura, cuidados com o manuseio e o descarte do patógeno em questão. 
O desenvolvimento de vacinas e testes de imunodiagnóstico inicia em escala laboratorial, onde o objetivo é a demonstração da eficácia do processo em desenvolvimento – para vacinas: a capacidade de impedir o desenvolvimento do patógeno e, para testes de diagnóstico – a capacidade de detectar o patógeno com a maior sensibilidade, especificidade e reprodutibilidade possível.

Veja artigo completo em: http://www.rcvt.org.br/suplemento11/119-122.pdf

Pra quem gosta... auhauahuahauhaua... muito boa!!

Química15

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O USO DO JOGO PEDAGÓGICO NO ENSINO DE QUÍMICA: UM DIRECIONAMENTO À EDUCAÇÃO AMBIENTAL


AUTORES: SANTOS, L.R. (IFPA) ; BARBOSA, W.R (IFPA) ; JUNIOR, J.A.S (IFPA) ; JUNIOR, J.R.S (IFPA) ; FARIAS, M. S (IFPA)

RESUMO: É importante aos acadêmicos que pretendem desenvolver uma metodologia de ensino em suas aulas com temas voltados para a educação ambiental proporcionarem o resgate ao prazer de aprender. O trabalho trata-se de um “aplicativo” ou necessariamente um jogo pedagógico que estimula o aprendizado e o conhecimento do aluno na área voltada ao meio ambiente. O objetivo dessa idéia é demonstrar a importância da temática ambiental nas mais diversas áreas do conhecimento. Esse jogo vem com intuito promover uma educação ambiental de forma prazerosa e significativa, que promova mudanças na sociedade. Além de se tratar de uma metodologia educativa esse jogo também proporciona aos alunos, o desenvolvimento do raciocínio lógico e outras habilidades importantes para o ato de aprender.

PALAVRAS CHAVES: metodologia de ensino, jogo pedagógico, educação ambiental.

INTRODUÇÃO: O homem durante muitos anos vem utilizando os recursos naturais oferecidos pela 
natureza de forma excessiva e desgastante, para que isso não ocorra é preciso intervir nos centros educacionais e junto à sociedade no sentido de mudar o comportamento destrutivo criando uma mentalidade de conservação e preservação do meio ambiente. Deste modo procurou-se desenvolver através do lúdico nas escolas, uma alternativa para resgatar nos alunos o sentimento de preservação. A utilização do 
lúdico em sala de aula auxilia a aprendizagem, facilitando na aquisição do conceito e incentiva a participação dos alunos (SOARES & CAVALHEIRO, 2006). Convém mencionar o uso gradual de jogos pedagógicos voltados para educação ambiental no espaço educativo, a fim de explorar as atitudes cooperativas dos alunos, e suas habilidades em esclarecer problemas de competência ambiental. Segundo a política nacional de meio ambiente a educação ambiental deve estar presente nos níveis e modalidades do processo educativo (BRASIL, 1999). Desta maneira os jogos e brincadeiras relacionados à preservação ambiental aparecem complementando o ato educacional nas escolas de forma a proporcionar uma enorme interação entre alunos e docentes. O objetivo deste trabalho foi utilizar o jogo como um processo auxiliador no ensino aprendizagem da disciplina de química com um direcionamento para a educação ambiental.

MATERIAL E MÉTODOS: Esta prática foi aplicada pelos discentes do curso de química do O Instituto Federal 
de Educação Ciência e Tecnologia do Pará – IFPA, na aula de química metodologia e prática, ministrada no primeiro semestre de 2011. Inicialmente foram realizadas aulas expositivas a cerca dos problemas ambientais e como as emissões de gases poluentes tem contribuído para agravar esses problemas. Em seguida foi aplicado como metodologia de ensino a atividade lúdica relacionando com o tema abordado. Na metodologia foi utilizado um jogo de tabuleiro confeccionado com materiais de custo acessíveis como: cartolina papéis cartões de variadas cores, papel comum, cola, canetinhas, tesoura e régua. O jogo foi baseado em assuntos como: meio ambiente e alternativas sustentáveis que fossem não poluidoras ou menos agressivas ao meio ambiente, sendo que o mesmo consiste em perguntas a cerca desses temas com alternativas de múltipla escolha (a, b e c) Os jogadores são representados por cones coloridos, sendo que o dado e as perguntas são elementos que influenciam no número de casas a ser percorridas. Vence o jogo aquele que chegar primeiro ao ponto de chegada do tabuleiro. O envolvimento dos alunos foi acompanhado durante toda a atividade, a qual foi finalizada por meio de discussões a cerca dos benefícios que a utilização do jogo proporcionou.

RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os resultados apresentados nesta prática mostraram que os jogos e brincadeiras ambientais possibilitam o exercício de habilidades e desenvolvem a cooperação mútua entre os alunos. Durante a aplicação do jogo, os alunos mostraram-se bastante atentos a atividade, observando-se uma maior participação e interesse de todos. Esta metodologia propiciou uma grande interação dos alunos e discussões a cerca dos temas abordados na atividade lúdica. Os resultados mostraram que o jogo serviu de estimulo para os estudantes contribuindo para o ensino e aprendizagem e também para a criação de sentimentos preservacionistas em relação ao meio ambiente.

CONCLUSÕES: O ensino voltado ao meio ambiente de uma forma geral desenvolve a responsabilidade social e propicia a formação de agentes multiplicadores. Pôde se observar que a utilização do lúdico como ferramenta de educação ambiental motivou os estudantes na relação homem/meio-ambiente, ou seja, resgataram-se valores sociais para a preservação e sustentabilidade do meio ambiente.

AGRADECIMENTOS: A Deus e aos professores do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará – IFPA pelo apoio e total cumplicidade no decorrer do trabalho. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BRASIL. 1999. Política Nacional de Educação Ambiental. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente/ MEC. 
.SOARES, M. H. F. B. & CAVALHEIRO, E. T. G. 2006. “O Ludo Como Um Jogo Para Discutir Conceitos em Termoquímica”. Química Nova na Escola. 23: 27-31.

FONTE: http://www.abq.org.br/cbq/2011/trabalhos/6/6-550-11023.htm