quinta-feira, 11 de março de 2021
Desequilíbrio na produção de citocinas pode explicar letalidade da Covid-19 🔗📌🔔
sábado, 6 de março de 2021
Cientistas da Alemanha identificam substâncias inibidoras do Sars-CoV-2 💉💡 💊
Após um ano de pandemia, cientistas do mundo inteiro continuam concentrando esforços para desenvolver vacinas e medicamentos que possam auxiliar no controle da Covid-19. Na Alemanha, pesquisadores das universidades de Bonn e de Würzburgo descobriram duas famílias de substâncias que impedem a replicação do novo coronavírus.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
Malha de carbono pode triplicar vida útil de pontes e viadutos 🛣️
Imagem de https://www.tecmundo.com.br/ciencia
Como são fabricadas as placas de TRM (na figura a, pode-se ver a malha de carbono).
Imagem de https://www.tecmundo.com.br/ciencia
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Cientistas inventam pasta de hidrogênio que pode substituir a gasolina 💥💨
- Não evapora se deixar o carro sob a luz do Sol
- Densidade de armazenamento de energia superior à fornecida por um tanque de alta pressão
- Reabastecimento rápido com apenas uma troca de cartucho
- Transporte de unidades extras
- Sem necessidade de postos de combustíveis
FONTE: https://engenhariahoje.com/tecnologia/cientistas-inventam-pasta-de-hidrogenio-que-pode-substituir-a-gasolina/
terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
Covid-19: medicamento espanhol (Plitidepsina)reduz quase totalmente carga viral do SARS-CoV-2
Experiências em ratinhos do fármaco plitidepsina (usado em tumores) concluíram, para já, que reduzia em 99% a carga viral do SARS-CoV-2 nos pulmões dos animais. Agora é preciso reproduzir estes resultados em pessoas.
Em experiências realizadas em animais com o fármaco plitidepsina, medicamento com autorização limitada no tratamento do mieloma múltiplo (um cancro na medula óssea), o resultado foi uma eficácia antiviral e toxicidade prometedoras, segundo a empresa espanhola que o produz, a PharmaMar, com elementos na equipa que assina o artigo científico. Os autores alegam que a plitidepsina é o composto que demonstrou ser mais eficaz nessas experiências e defendem que deve ser testado em ensaios clínicos (em pessoas) alargados.
Em duas experiências animais diferentes em que havia infecção com o SARS-CoV-2, foi alcançada uma redução de 99% das cargas virais nos pulmões tratados com plitidepsina.
No artigo publicado na Science, os investigadores notam que, embora a toxicidade seja uma preocupação em qualquer antiviral, o perfil de segurança da plitidepsina em humanos está comprovado.
O medicamento age bloqueando uma proteína humana (a eEF1A) que está presente nas células e que é usada pelo novo coronavírus para se reproduzir e infectar outras células. “Acreditamos que os nossos dados e os resultados positivos iniciais do ensaio clínico da PharmaMar sugerem que a plitidepsina deve ser seriamente considerada para ampliar os ensaios clínicos de tratamento da covid-19”, consideram os investigadores em comunicado da empresa desta terça-feira.
"Acreditamos que os nossos dados e os resultados positivos iniciais do ensaio clínico da PharmaMar sugerem que a plitidepsina deve ser seriamente considerada para ensaios clínicos ampliados para o tratamento da covid-19", destacam os pesquisadores.
A empresa recorda, na mesma nota divulgada nesta terça-feira, que diante da contínua propagação global da doença e do crescente desespero para encontrar um tratamento, o diretor do Instituto Quantitativo de Biociências da Universidade da Califórnia, Nevan Krogan, uniu forças com pesquisadores da Universidade da Califórnia, do Instituto Gladstone, da Escola de Medicina Icahn do Monte Sinai, do Instituto Pasteur e do Instituto Médico Howard Hughes, para a busca de um tratamento.
No momento, a PharmaMar negocia com vários órgãos reguladores para iniciar os ensaios previstos para a fase III.
FONTEs:
https://www.publico.pt/2021/01/26/ciencia/noticia/covid19-medicamento-espanhol-reduz-quase-totalmente-carga-viral-sarscov2-1947976
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Plitidepsin
https://www.efe.com/efe/brasil/mundo/antiviral-espanhol-reduz-99-da-carga-viral-do-novo-coronavirus-diz-estudo/50000243-4450105
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
USP desenvolve teste rápido de covid-19 para testagem em massa 💉🩸🧬
Denominado Teste Popular de Covid-19, o dispositivo analisa uma gota de sangue retirada do paciente em busca de anticorpos que permitam detectar a doença. A estratégia empregada para baratear sua produção foi otimizar a quantidade de insumos do material e utilizar nanopartículas para a localização dos anticorpos. Desenvolvidas no IQSC, essas nanopartículas possuem uma molécula sonda, que fica na cor vermelha quando entra em contato com algum anticorpo. A molécula foi obtida em parceria com a BioLinker, empresa brasileira de biotecnologia.
Segundo Frank Crespilho, professor do IQSC e coordenador da pesquisa, esse método é muito similar aos encontrados nas farmácias. No entanto, é mais preciso, barato, requer menos reagentes e pode ser produzido integralmente no Brasil. O docente conta que sua equipe desenvolveu o teste em cerca de quatro meses, o que é considerado tempo recorde. Agora, de acordo com Crespilho, a ideia com a nova tecnologia é favorecer as populações mais vulneráveis:
A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O teste já está pronto para produção em larga escala e passará, em breve, pela regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A expectativa é de que o produto esteja disponível para comercialização em até dois meses.
Por Henrique Fontes, da Assessoria de Comunicação do IQSC
Mais informações: e-mail jornalismo@iqsc.usp.br, com Henrique Fontes
FONTE: https://jornal.usp.br/ciencias/usp-desenvolve-teste-rapido-de-covid-19-para-testagem-em-massa/?utm_campaign=redes-sociais%3A012021%3Ae&utm_medium=social-organic&utm_source=facebook%3Anewsfeed
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Água de Fukushima teria carbono radioativo capaz de afetar o DNA 🧬💡⚠️📣
Enquanto se esgota o espaço nos 1.044 tanques de armazenamento na usina nuclear japonesa de Fukushima Daiichi, a discussão sobre o que fazer com 1,23 milhão de toneladas de água contaminada ganhou nesta semana mais um elemento contra o seu despejo no mar. Segundo a organização de direitos ambientais Greenpeace, a água contém carbono radioativo com potencial para danificar o DNA humano.
Desde o grande terremoto e subsequente tsunami que destruíram boa parte da usina, a Tokyo Electric Power Company (TEPCO) vem bombeando dezenas de milhares de toneladas de água como forma de resfriar os reatores danificados. Essa água, mais a água subterrânea e a da chuva que penetra diariamente na planta são armazenadas. O governo japonês (e isso inclui o ministro do Meio Ambiente) diz que a única solução para resolver a falta de espaço é lançar a água no Oceano Pacífico.
“Não podemos adiar a questão para sempre", disse o primeiro-ministro japonês Yoshihide Suga. Segundo o ministro da Indústria Hiroshi Kajiyama, “para evitar o atraso no processo de desativação de Fukushima Daiichi, precisamos tomar uma decisão sobre como lidar com a água processada, cujo volume aumenta a cada dia”.
Danos ao DNA
Para o Greenpeace, o sistema de descontaminação usado pelo governo japonês não é o suficiente. Diariamente, 170 toneladas de água fluem para tanques de tratamento da TEPCO, onde ela é processada para eliminar a maioria dos isótopos radioativos – menos o trílio, um isótopo radioativo de hidrogênio que as usinas nucleares diluem e despejam rotineiramente junto com a água nos oceanos.
Porém, o Greenpeace, no relatório Stemming the Tide 2020: The reality of the Fukushima radioactive water crisis, alega que o carbono radioativo contido na água armazenada contaminaria o oceano, “concentrando-se em um nível milhares de vezes superior ao do trítio, com o potencial de danificar o DNA humano”.
O autor do estudo e especialista nuclear sênior do Greenpeace Alemanha, Shaun Burnie, disse à CNN que pode haver um total de até 63,6 GBq (gigabecquerels) de carbono-14 nos tanques de armazenamento. A TEPCO contestou a informação através de seu porta-voz, Ryounosuke Takanori: segundo ele, a concentração de carbono-14 contido na água tratada é de cerca de 2 a 220 becquerels por litro, conforme medido nos tanques.
Três décadas
“Mesmo que a água seja continuamente consumida a uma taxa de dois litros por dia, a exposição anual será em um nível que não afeta a saúde", disse ele, adiantando, porém, que a TEPCO reprocessará toda a água para eliminar o máximo possível os níveis de trítio e demais materiais radioativos. Para Burnie, isso não é o suficiente, já que o sistema usado pela TEPCO não foi projetado para remover o carbono-14.
FONTE: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/205889-agua-fukushima-teria-carbono-radioativo-capaz-afetar-dna.htm
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
Melatonina produzida no pulmão impede infecção pelo novo coronavírus 💊💉🩸🧪🩺
A melatonina produzida no pulmão atua como uma barreira contra o SARS-CoV-2, impedindo a expressão de genes codificadores de proteínas de células como os macrófagos residentes, presentes no nariz e nos alvéolos pulmonares, e as epiteliais, que revestem os alvéolos pulmonares e são portas de entrada do vírus. Dessa forma, o hormônio impossibilita a infecção dessas células pelo vírus e, consequentemente, a ativação do sistema imunológico, permitindo que o novo coronavírus permaneça por alguns dias no trato respiratório e fique livre para encontrar outros hospedeiros.
"Constatamos que a melatonina produzida pelo pulmão atua como uma 'muralha' contra o SARS-CoV-2, impedindo que o patógeno entre no epitélio, que o sistema imunológico seja ativado e que sejam produzidos anticorpos", diz à Agência FAPESP Regina Pekelmann Markus, professora do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenadora do projeto. "Essa ação da melatonina do pulmão também deve ocorrer com outros vírus respiratórios, como o da influenza", estima.
Os trabalhos da pesquisadora com melatonina foram iniciados nos anos 1990. Por meio de estudo com roedores, Markus demonstrou que o hormônio produzido à noite pela glândula pineal, no cérebro, com a função de informar o organismo que está escuro e prepará-lo para o repouso noturno, poderia ser produzido em outros órgãos, como no pulmão. Em um estudo também com roedores, publicado no início de 2020 no Journal of Pineal Research, a pesquisadora e colaboradores mostraram que os macrófagos residentes, presentes no espaço aéreo pulmonar, absorvem (fagocitam) partículas de poluição.
Esse estímulo agressivo induz a produção de melatonina e de mais moléculas pelos macrófagos residentes, capazes de internalizar o material particulado no ar respirado pelos animais, e estimula a formação de muco, tosse e expectoração, de modo que essas partículas sejam expelidas do trato respiratório. Ao bloquear a síntese da melatonina pelos macrófagos residentes, os pesquisadores observaram que as partículas entraram na circulação e foram distribuídas por todo o organismo, incluindo o cérebro.
Com base nessa constatação de que a melatonina produzida no pulmão altera as portas de entrada de partículas de poluição, a pesquisadora e colaboradores decidiram avaliar, agora, se o hormônio desempenharia a mesma função em relação ao SARS-CoV-2. "Se isso acontecesse, o vírus também não ficaria disponível para se ligar ao receptor ACE2 das células, entrar no epitélio e desencadear a infecção", explica Markus.
Análise de expressão gênica
Para testar essa hipótese, os pesquisadores analisaram um total de 455 genes associados na literatura a comorbidades relacionadas à COVID-19, interação do SARS-CoV-2 com proteínas humanas e portas de entrada do vírus, identificados em trabalhos como os realizados por Helder Nakaya, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP e um dos autores do estudo. Desse total, foram selecionados 212 genes envolvidos na entrada do novo coronavírus em células humanas, tráfego intracelular, atividade mitocondrial e processo de transcrição e pós-tradução, para criar uma assinatura fisiológica da COVID-19.
A partir de dados de bancos de sequenciamento de RNA foi possível quantificar os níveis de expressão dos 212 genes que compuseram a chamada "assinatura COVID-19" em 288 amostras de pulmão saudáveis.
Ao correlacionar a expressão desses genes com um índice chamado MEL-Index - que estima a capacidade do pulmão de sintetizar melatonina, baseado na análise do órgão de roedores saudáveis -, os pesquisadores constataram que quanto menor o índice, maior era a expressão de genes que codificam as proteínas de macrófagos residentes e de células epiteliais.
O MEL-Index também se correlacionou negativamente com os genes que modificam as proteínas do receptor celular CD147, que é uma porta de entrada em macrófagos e outras células do sistema imunológico, indicando que a produção normal de melatonina do pulmão pode ser relevante para lidar com a invasão do vírus.
Os resultados foram corroborados por um teste de correlação de Pearson - que mede o grau da correlação entre duas variáveis de escala métrica -, além de uma análise de enriquecimento de conjunto de redes e de uma ferramenta de rede que integra a conectividade entre os genes mais expressos, permitindo comparar um mesmo conjunto de gene em diferentes estados, desenvolvida pelo pesquisador Marcos Buckeridge, professor do IB-USP e um dos autores do estudo.
"Vimos que quando o MEL-Index era alto as portas de entrada do vírus no pulmão ficavam fechadas e, quando estavam baixo, essas portas ficavam abertas. Quando as portas estão fechadas, o vírus fica vagando um tempo pelo ar pulmonar e depois tenta escapar para encontrar outro hospedeiro", afirma Markus.
Como a melatonina produzida pelo pulmão inibe a transcrição desses genes codificadores de proteínas dessas células que são portas para entrada do vírus, a aplicação de melatonina diretamente no pulmão, em gotas ou aerossol, permitiria bloqueá-lo. Mas isso ainda demandará uma série de estudos, ponderam os pesquisadores.
Outra ideia é utilizar o índice de melatonina pulmonar como um biomarcador de prognóstico para detectar portadores assintomáticos do SARS-CoV-2.
O artigo Melatonin-Index as a biomarker for predicting the distribution of presymptomatic and asymptomatic SARS-CoV-2 carriers (DOI: 10.32794/mr11250090), de Pedro A. Fernandes, Gabriela S. Kinker, Bruno V. Navarro, Vinicius C. Jardim, Edson D. Ribeiro-Paz, Marlina O. Córdoba-Moreno, Débora Santos-Silva, Sandra M. Muxel, Andre Fujita, Helder I. Nakaya, Marcos S. Buckeridge e Regina P. Markus, pode ser lido na revista Melatonin Research.
FONTEs:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/01/08/melatonina-produzida-no-pulmao-impede-infeccao-pelo-novo-coronavirus.htm
https://www.melatonin-research.net/index.php/MR/article/view/109
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS (da forma boa e construtiva)
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
Pensando e (Re)pensando o Ensino de Química
Feliz ano novo pessoal!! Que 2021 venha efetivamente, e que todos possamos por em prática os aprendizados de 2020...👋👏💕
E hoje iniciaremos com chave de ouro... colegas docentes vejam esse post com atenção e carinho!!
Gostaria de compartilhar com vocês um artigo que gostei muito quando li 😍 e me foi sugerido numa disciplina da graduação. Ele é um relato de professores de Química sobre as experiências que eles tiveram após trabalhar os assuntos iniciais de Química com os alunos do Ensino Médio e acredito que possa nos inspirar no preparo de nossas aulas! 😊
Imagem quimicaempratica.com
Bom, Mas que artigo é esse?, vocês devem estar se perguntando! Enrolei, enrolei e não falei. É o Repensando a Química, do professor Otavio Aloisio Maldaner e da professora Maria do Carmo Tocci Piedade, publicado pela revista Química Nova na Escola em maio de 1995 na seção Relatos em Sala de Aula. Apesar de esse artigo ter mais de 20 anos (e, portanto, ser mais velho do que a pessoa que vos escreve 😮) ainda o considero atual. Leiam vocês também e me contem o que vocês acham, sim? 😊 Para os que não gostam muito de ler artigos por serem extensos, já adianto que esse tem apenas 5 páginas 😋.
Como disseram os autores, eles gostariam de iniciar o ensino de Química de modo que ele proporcionasse a possibilidade dos alunos aprenderem de fato a Química. Por isso, segundo eles, não tinham por objetivo que os estudantes repetissem simplesmente suas definições ou seus exemplos, usando fórmulas ou palavras vazias de significados.
Eles acreditam que o mundo natural e tecnológico poderia proporcionar bons momentos de reflexão e também de interação com os alunos, possibilitando que eles atribuíssem os primeiros significados à Química. Gostei quando eles disseram que se fossem professores tradicionais, dariam uma definição para a Química, mas que se fossem professores tradicionais ingênuos, acreditariam que o aluno saberia o que é a Química a partir dessa definição, principalmente se ele respondesse certo na prova.
Isso me fez lembrar de um vídeo da Mafalda, onde a professora fica conjugando os verbos, mas imaginei os professores ditando definições para Química tal como essa professora, esperando que isso causasse algum impacto na vida do aluno. Na verdade, simplesmente aulas desse tipo são muito chatas, né? ZzZzZzZ Ninguém merece 😴.
Enfim! Os professores conversaram com os alunos a respeito dos materiais do cotidiano, onde os estudantes listaram os materiais que pensavam ser artificiais ou naturais. Além disso, após terem constituído essa primeira noção sobre Química, eles iniciaram um trabalho mais sistemático sobre reações químicas, utilizando a combustão para tanto.
Imagem quimicaempratica.comSobre ela e quantidades dos reagentes, o que também achei interessante e que não tinha pensado até ler este artigo, é trabalhar com velas ou tampinhas contendo etanol, mas variando os recipientes de vidro onde elas estão inseridas, para que na combustão houvesse a variação também da quantidade de oxigênio!
Quando li a sugestão fiquei surpresa, porque nunca havia pensado nisso! 😆 E geralmente os alunos associam a combustão a simplesmente um reagente, desconsiderando a total importância do oxigênio, por ser invisível. Vocês já tinham pensado nessa variação do tamanho dos recipientes para variar a quantidade de O2 numa combustão? 😃😃😃😃
Imagem quimicaempratica.comBem, leiam o artigo (porque há mais informações do que as que trouxe aqui) e a aula proposta e comentem… Queria saber a opinião de vocês! 😊 Mesmo que não concordem com tudo que falei ou com as aulas propostas, haha.
FONTE: https://quimicaempratica.com/2016/04/29/repensando-a-quimica/

























